sexta-feira, 21 de maio de 2010
Condições precárias da Av. Herbert Halder - Distrito Industrial
No dia 17/05/2010, os moradores e empresário da Av. Herbert Hadler se reuniram para realização de uma mobilização para alertar a Prefeitura e órgãos responsáveis pela administração pública, sobre o estado caótico dessa rua. A resposta não foi nada satisfatória: NÃO HÁ PREVISÃO DE ASFALTAMENTO. Em época de chuvas é terrível o barro que fica, sendo humilhante a situação de tráfego de pedestres, já que não existe pavimentação. Já registramos essa situação nas caixas de e-mail do Fala Pelotas. Agora os moradores elaboram um protesto maior, demostrando a indignação e alertando outra vez as entidades responsáveis na defesa dos nossos direitos.
Essa reivindicação é de interesse de todos pelotenses. Pois como uma empresa de fora vai ter interesse de instalações na área INDUSTRIAL da cidade, que sequer condição básica de tráfego possui?
Registro de mesmo âmbito no blog AMIGOS DE PELOTAS
http://www.amigosdepelotas.com/2010/05/voz-do-leitor-estrada-ruim-no-distrito.html
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Tanto te espero pra nada perder
O tempo do momento. Do vento. Do caminho. Do lento.
Teimoso, frágil, cheiro forte. Demora. Ainda insiste em fica,
em se eternizar.
A saudade que dói, que fica, dá frio, mata, faz morrer sim.
Demora outra vez, mas quando se encontra impulsiona,
anima,
realça, brilha sem fazer nada.
Só olha e já passaram horas.
Agora faz chorar
de rir,
o tempo da respiração é frequentemente rápido.
Não precisa esperar mais.
É só pedir a eternidade
que se mantenha até
querer ou pedir para acabar.
Não deixe que eu mais espere para amar, pra doar o que mais tenho.
Já pediram que o tempo desaparecesse, que eu morresse.
Mas tempo nenhum faz esquecer, faz apagar pedaço de vida vivida.
Quem viveu em um tempo, conviveu com um mundo.
Impossível
extinguir o que já se foi.
São muitas lembranças de muitas crianças, várias moças.
Nada provável fazer cúmplices e álibes matar o tempo.
Nem um pouco possível, nem nada.
Teimoso, frágil, cheiro forte. Demora. Ainda insiste em fica,
em se eternizar.
A saudade que dói, que fica, dá frio, mata, faz morrer sim.
Demora outra vez, mas quando se encontra impulsiona,
anima,

realça, brilha sem fazer nada.
Só olha e já passaram horas.
Agora faz chorar
de rir,
o tempo da respiração é frequentemente rápido.
Não precisa esperar mais.
É só pedir a eternidade
que se mantenha até
querer ou pedir para acabar.
Não deixe que eu mais espere para amar, pra doar o que mais tenho.
Já pediram que o tempo desaparecesse, que eu morresse.
Mas tempo nenhum faz esquecer, faz apagar pedaço de vida vivida.
Quem viveu em um tempo, conviveu com um mundo.
Impossível
extinguir o que já se foi.
São muitas lembranças de muitas crianças, várias moças.
Nada provável fazer cúmplices e álibes matar o tempo.
Nem um pouco possível, nem nada.
Eu, me desculpe.
Esperar o provável.
Rendável conhecer.
Entender um instante.
Marcar um universo.
Olhar em um mirante.
Bailar o som instigante.
Valorizar um detalhe.
Conhecer o ali.
Provar o desconhecido.
Amar um sorriso.
Retribuir ao indigente.
Falar sem ser ouvido.
Ouvir escondido.
Contar com o inimigo.
Se opor ao sentido.
Ignorar o vivido.
Louvar o complexo.
Sonhar com sexo.
Gostar do México.
Cozinhar a esperança.
Dançar com uma medusa.
Usar tua vontade.
Abusar do indisposto.
Não querer a resposta.
Procurar Josefa.
Zelar pelo bom gosto.
Expor o escondido.
Debochar do experiente.
Rir da própria gente.
Entre trocas vai vivendo. Aprendendo.
Pra que conhecendo?
De um mundo tão pequeno, sou desbravador minúsculo,
mal sei o que é um crepúsculo
quanto mais entender uma tradição ou uma constelação.
Fico rodopiando na calçada esperando me chamarem pro café.
Já não espero que me convidem,
pois sumiram com a delicadeza e a gentileza que estavam em cima da mesa.
Se voou, se levaram, não sei.
Só sei que não se usa mais.
Quero um comportamento de duquesa.
Mas minhas vida não é da realeza.
Rendável conhecer.
Entender um instante.
Marcar um universo.
Olhar em um mirante.
Bailar o som instigante.
Valorizar um detalhe.
Conhecer o ali.
Provar o desconhecido.
Amar um sorriso.
Retribuir ao indigente.
Falar sem ser ouvido.
Ouvir escondido.
Contar com o inimigo.
Se opor ao sentido.
Ignorar o vivido.
Louvar o complexo.
Sonhar com sexo.
Gostar do México.
Cozinhar a esperança.
Dançar com uma medusa.
Usar tua vontade.
Abusar do indisposto.
Não querer a resposta.
Procurar Josefa.
Zelar pelo bom gosto.
Expor o escondido.
Debochar do experiente.
Rir da própria gente.
Entre trocas vai vivendo. Aprendendo.
Pra que conhecendo?
De um mundo tão pequeno, sou desbravador minúsculo,
mal sei o que é um crepúsculo
quanto mais entender uma tradição ou uma constelação.
Fico rodopiando na calçada esperando me chamarem pro café.
Já não espero que me convidem,
pois sumiram com a delicadeza e a gentileza que estavam em cima da mesa.
Se voou, se levaram, não sei.
Só sei que não se usa mais.
Quero um comportamento de duquesa.
Mas minhas vida não é da realeza.
Prelúdio de um acróstico
Digo
Tanta dúvida. Tanto gosto. Confundo até com desgosto, confesso. Entender..nem sei se é necesário. Envolver? Sim! Me entregar de corpo e alma para um ser humano. Incapacitados nós de compreender tanta coisa de nossos seres cheios de cinética e misticismo. A desgraçada oposição, contradição, ambiguidade e dicotomia dessa "vida". Tenho um sentimento que te demonstro em meu sorriso. Tenho um abraço quente que te oferece abrigo. Não sei se é encanto ou decidido, essa trajetória que vivemos pelo destino. Destino traçado ou escolhido?
Luíz Manoel: ser amado ou amigo. Digo que os dois. Afirme comigo.
Luíz Manoel: ser amado ou amigo. Digo que os dois. Afirme comigo.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Neblina no travesseiro
É bobo. Inacreditável, doentio. Talvez nem tanto. Quem sabe nem seja. Fico duvidando. Fico querendo que tenhas. Bobagem!
Mas não é tolo sentir-me egoísta para contigo. É só um querer cuidar. Mesmo longe, mesmo raro. Raro precioso. Ser inigualável. Claro que existe cobiça. Claro também está que tenho a singela autoridade ao chamá-lo de meu.
Ciúmes é isso. Ruim por saber que é originário do egoísmo, da desconfiança esse sentimento. Mas gosto e aprecio te querer pra mim. Só pra mim.
É a certeza dada pela incerteza. O não sabido do que está longe e acontece agora. É sim possesão. É sim contradição. Mais ainda exatidão no arder da paixão.
Só mais uma mensagem pra você. Pra ler achando que é assim. E confirmo. Concordo com minha insegurança. Demonstro confiança, liderança. Mas no fundo sou apenas criança.
Não é brincar de amar, mas é te amar no tabuleiro da vida. Jogo é brincadeira. Mas mesmo assim, crianças não gostam de perder.
Mas não é tolo sentir-me egoísta para contigo. É só um querer cuidar. Mesmo longe, mesmo raro. Raro precioso. Ser inigualável. Claro que existe cobiça. Claro também está que tenho a singela autoridade ao chamá-lo de meu.
Ciúmes é isso. Ruim por saber que é originário do egoísmo, da desconfiança esse sentimento. Mas gosto e aprecio te querer pra mim. Só pra mim.
É a certeza dada pela incerteza. O não sabido do que está longe e acontece agora. É sim possesão. É sim contradição. Mais ainda exatidão no arder da paixão.
Só mais uma mensagem pra você. Pra ler achando que é assim. E confirmo. Concordo com minha insegurança. Demonstro confiança, liderança. Mas no fundo sou apenas criança.
Não é brincar de amar, mas é te amar no tabuleiro da vida. Jogo é brincadeira. Mas mesmo assim, crianças não gostam de perder.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Marcas do corpo
Embora cada indivíduo desse planeta seja único, a necessidade de cada um "ser do seu jeito" faz com que procure objetos que o caracterize melhor. Falamos com uma entonação, velocidade. Da melhor forma que identifique, também, usa-se roupas que visualmente mostrem esses aspectos individuais de princípios de vida. Essas e outras maneiras de personalização, são atitudes que escolhemos para reforçar aos indivíduos de nossa familiarização o nosso way of life e para que na rua percebam e identifiquem previamente uma tribo a qual pertencemos ou simpatizamos.
Alguns optam por usar roupas exuberantes, outros de uma cor só, outros de um modo assustador e a grande maioria prefere vestir-se de maneira discreta. Ainda assim, em algumas peças, acessórios que este utiliza, podemos pré-identificar qual seu gosto musical, preferência de cor, se a pessoa é mais aberta ou reservada, descontraida. Infinitas características que pré-identificamos apenas ao ter uma primeira imagem de uma pessoa. Já se temos oportunidade de conhcê-la melhor, com sua posição sobre os assuntos, sua maneira de falar e seu vocabulário, podemos perceber seu nível de conhecimento, se esta é tímida ou falante, misteriosa ou fala sem segredos. Várias outras coisas descobrimos em um curto pedaço de tempo, se formos analistas.
Mais uma forma de reconhecimento do particular, dos sentimentos e registros de vida da pessoa, está no que ela valoriza e que em seus momentos individuais ela pratica. Como gostar de um tipo de música, praticar algum esporte, entre outras atividades. As pessoas quererm exibir esses fatores, comunicar visualmente seus desejos e caprichos (considerando esses fatores: roupas, maquiagem, bady, tatoos, corte de cabelo, pintura nas unhas, etc).
A sociedade ainda discrimina as pessoas "não discretas", as que querem e se sentem bem utilizando seus fatores que possibilitam essa comunicação visual. Em qustões de tatuagens, esses símbolos pessoais surgem da associação que o indivíduo estabelece entre um desenho, uma forma, e o sentimento, a sensação que determinado fato lhe causou. Como essa associação se dá de forma absolutamente particular, o real significado de qualquer uma dessas marcas corporais só é totalmente compreendido pelo indivíduo que a possui. Considerando essa explicação, espero que compreendas minha escolha.
Novembro de 2008.

____________________________
Para maior esclarecimento, essa é uma carta que escrevi para meu pai. Redigi dias antes de agendar um horário no estúdio de tatoo. Eu tinha 17 anos e minha mãe assinou a autorização. Quando cheguei em casa meu pai disse: "Tu fez isso!?" e ficou dias sem falar comigo.
Relato de uma pós-adolescente.
(texto resgatado para colaboração para um leitmotiv de uma futura coreografia)
Alguns optam por usar roupas exuberantes, outros de uma cor só, outros de um modo assustador e a grande maioria prefere vestir-se de maneira discreta. Ainda assim, em algumas peças, acessórios que este utiliza, podemos pré-identificar qual seu gosto musical, preferência de cor, se a pessoa é mais aberta ou reservada, descontraida. Infinitas características que pré-identificamos apenas ao ter uma primeira imagem de uma pessoa. Já se temos oportunidade de conhcê-la melhor, com sua posição sobre os assuntos, sua maneira de falar e seu vocabulário, podemos perceber seu nível de conhecimento, se esta é tímida ou falante, misteriosa ou fala sem segredos. Várias outras coisas descobrimos em um curto pedaço de tempo, se formos analistas.
Mais uma forma de reconhecimento do particular, dos sentimentos e registros de vida da pessoa, está no que ela valoriza e que em seus momentos individuais ela pratica. Como gostar de um tipo de música, praticar algum esporte, entre outras atividades. As pessoas quererm exibir esses fatores, comunicar visualmente seus desejos e caprichos (considerando esses fatores: roupas, maquiagem, bady, tatoos, corte de cabelo, pintura nas unhas, etc).
A sociedade ainda discrimina as pessoas "não discretas", as que querem e se sentem bem utilizando seus fatores que possibilitam essa comunicação visual. Em qustões de tatuagens, esses símbolos pessoais surgem da associação que o indivíduo estabelece entre um desenho, uma forma, e o sentimento, a sensação que determinado fato lhe causou. Como essa associação se dá de forma absolutamente particular, o real significado de qualquer uma dessas marcas corporais só é totalmente compreendido pelo indivíduo que a possui. Considerando essa explicação, espero que compreendas minha escolha.
Novembro de 2008.

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Para maior esclarecimento, essa é uma carta que escrevi para meu pai. Redigi dias antes de agendar um horário no estúdio de tatoo. Eu tinha 17 anos e minha mãe assinou a autorização. Quando cheguei em casa meu pai disse: "Tu fez isso!?" e ficou dias sem falar comigo.
Relato de uma pós-adolescente.
(texto resgatado para colaboração para um leitmotiv de uma futura coreografia)
Trapézio - Pitty
Eu queria era dizer diferente
Aquilo que todo mundo sente
Mas não consegue expressar
Meu trapézio balançando lento
Preso bem lá no firmamento
E eu eu tentando me equilibrar
Eu sei é uma visão estranha
Mas o cara dos sonhos teve a manha
De me mandar essa imagem antes de acordar
De manhã ainda meio zureta
Com rímel até a buchecha
Lutando pra tentar me lembrar
Do que fiz a noite passada
Se foi tudo ou quase nada
Além das tequilas no bar
Geralmente não há nada de mal
O problema é a ressaca moral
Quando essa "frida" vem me visitar

Ontem eu era leve faceira
Hoje eu nem me lembro das besteiras
E às vezes melhor nem lembrar
Só lembro com exatidão
O copo, o sal, o limão
E depois meu trapézio no ar
E depois meu trapézio no ar
E depois meu trapézio no ar
__________________________
Que momento! (como diria minha amiga Mônica)
Dividindo com vocês tudo que eu acho interessante. Essa é uma música da Pitty (que todos sabem que sou fã).
Aquilo que todo mundo sente
Mas não consegue expressar
Meu trapézio balançando lento
Preso bem lá no firmamento
E eu eu tentando me equilibrar
Eu sei é uma visão estranha
Mas o cara dos sonhos teve a manha
De me mandar essa imagem antes de acordar
De manhã ainda meio zureta
Com rímel até a buchecha
Lutando pra tentar me lembrar
Do que fiz a noite passada
Se foi tudo ou quase nada
Além das tequilas no bar
Geralmente não há nada de mal
O problema é a ressaca moral
Quando essa "frida" vem me visitar

Ontem eu era leve faceira
Hoje eu nem me lembro das besteiras
E às vezes melhor nem lembrar
Só lembro com exatidão
O copo, o sal, o limão
E depois meu trapézio no ar
E depois meu trapézio no ar
E depois meu trapézio no ar
__________________________
Que momento! (como diria minha amiga Mônica)
Dividindo com vocês tudo que eu acho interessante. Essa é uma música da Pitty (que todos sabem que sou fã).
domingo, 9 de maio de 2010
Assim:
Um instante.
Um recorte de infinito.
Um pedaço de tudo que eu sinto.
Sentindo-me ninfa, com asas cintilantes e hipnotizadoras. Com corpo macio e escultural. Sentindo-me com um rosto mágico, resuminte de todo encanto que meus ohos transbordaram. Senti-me deusa. Senti-me a mulher mais amada. Sofri a reação de tuas mãos. Movendo, movimentando. Moção fluindo para o bem maior. Virtuosos corpos que se amam. Agindo como para conquistar. Quase inútil intenção, pois já são um do outro os corações. Próprios e originais para si. Foco, objetivo e a mais perfeita trajetória. De um sorriso tímido a um pedido. De um sim intrometido, fugindo do não perigo. Correndo pra fora de mim, como uma montanha discreta. A sombra desenhando nosso contorno... imprensionante expresão amorosa.
Mãos suaves, pés deslisantes, corpo transpirante. Olhar comovente, de um rosto que parece assustado. Parece amante. Parece encantado. Surpreso também, mas nem um pouco incomodado. Acariciando a satisfação, ego e luxúria, sem nenhum pecado. Ao entender o presente dessa vida, entendemos o recado.
O poema, a dança e a canção. Componentes de um dia de lua, um dia na rua. Um dia em que o fabuloso foi marcado por um abraço, por beijos, por acaso.
Um recorte de infinito.
Um pedaço de tudo que eu sinto.
Sentindo-me ninfa, com asas cintilantes e hipnotizadoras. Com corpo macio e escultural. Sentindo-me com um rosto mágico, resuminte de todo encanto que meus ohos transbordaram. Senti-me deusa. Senti-me a mulher mais amada. Sofri a reação de tuas mãos. Movendo, movimentando. Moção fluindo para o bem maior. Virtuosos corpos que se amam. Agindo como para conquistar. Quase inútil intenção, pois já são um do outro os corações. Próprios e originais para si. Foco, objetivo e a mais perfeita trajetória. De um sorriso tímido a um pedido. De um sim intrometido, fugindo do não perigo. Correndo pra fora de mim, como uma montanha discreta. A sombra desenhando nosso contorno... imprensionante expresão amorosa.
Mãos suaves, pés deslisantes, corpo transpirante. Olhar comovente, de um rosto que parece assustado. Parece amante. Parece encantado. Surpreso também, mas nem um pouco incomodado. Acariciando a satisfação, ego e luxúria, sem nenhum pecado. Ao entender o presente dessa vida, entendemos o recado.
O poema, a dança e a canção. Componentes de um dia de lua, um dia na rua. Um dia em que o fabuloso foi marcado por um abraço, por beijos, por acaso.
domingo, 2 de maio de 2010
Entregue a disposição

Dias atarefados, dias de mesmice. Cada coisa em um horário. Sempre os mesmos horários. Ute, cotidiano complicado. Rotina deslumbrante. Vendo as casas do trajeto, sempre das mesmas cores. Sempre os varais cheios de roupas. Outra vez e sempre os cães no meio da rua, clamando um resto de vianda ou um assovio humano.
Realismo da realidade.
Embarco no velho ônibus fedido de todos os dias. Observo as velhas senhoras que não se dão mais o devido respeito. Prostituindo a imagem de seus peitos caidos para os motoristas. Oferecendo o pouco frescor que aida lhes resta para ter a fórceps o que deveria lhes ser comumente oferecido. O carinho do falecido marido nunca existiu. Recebia puxões de cabelo, mas não pelo envolvimento do prazer. Sim pela obrigação de seus generais egocêntricos que queriam o que queriam no momento único deles. Julgar então as velhas senhoras que oferecem seu colo a um homem que queira amá-la como mulher? Nunca sei qual ponto de vista escolher. Dois olhos em uma mesma cara. Cada um olhando seu lado. Mesmo em mim tenho dois pontos de vista. Imagine quem me olha. Quem vê cada ação e atitude minha. Se tem coisas que meus olhos e meus hemisférios discutem e não entendem, não é absurdo nem novidade que outros humanos - cada qual com seus dois lados - não assimilem também o que quero passar.
Informação? Sentimento? Aviso? Sorriso? Conhecimento? Carinho? O que querer deixar em cada aparição na rua? Se é que alguém repara na minha presença, o que deixar para essa pessoa?
Ser válido. Ter validade. Gratuita boa vontade. Intenção.
Real[idade]
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