sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Meu par que torna-nos um só

Na sombra das 16h de um dia muito quente. Ali a continuação das perguntas. As mais elaboradas e objetivas vieram. Esse teu quase modo desbravador querendo me descobrir. Delicado tentando me sentir. Não toca mas me belisca. não me beija, mas me atiça. O sorriso que me encanta,s eleção de palavras que me engrandessem. Me liberto nesse abrço que me prende. Um olhar. Os olhos que me olham bem a frente. Desafiam. não desviam, não deixam de me procurar. Eu fazendo de tudo para que me encotrem. Dos olhos para a boca um segudo é a distância. Observo porntiro.Face, ação, cenário, contexto do roteiro. Perfeito conto da vida-destino. Está escrito e não sabemos e vivemos no improviso. Contando histórias do passado pouco distante e já esquecido. Lembrando o futuro a ser vivido. Toda afirmação no silencioso e tranquilo beijo macio. Das insistentes perguntas às carícias das bochechas tuas. O tênue espaço do antes e agora, igualmente tangenciam o paraíso e tua presença. De várias maneiras te decifrando. Quem me perguntava agora se distrai. As questões minhas saciam as tuas e minha próprias inquietudes. Nas palavras que o sorriso resumiu, firmou-se o que eles já sabiam, só que a gente tardou. Dos poucos dias do começo de um novo tempo só tenho a agradecer. Por mim, por ti. Pelos batimentos que ocnfirmam eu e tu estarmos vivos. Pela carne e ossos que permitem nos tocarmos. Pela garganta seca que pronuncia o que minh'alma não cansa de dançar. Pela tua alma que hoje é meu par.

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